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	<title>invasao.com.br - Seu primeiro site hacker (trojan, keylogger, vírus, hacker, programas, exploit). Conheça o Curso de Tecnologias Anti-Hackers. &#187; tecnologia</title>
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	<description>Material sobre técnicas de hacking, defaces, vírus e invasões (trojan, keylogger, vírus, hacker, programas, exploit). Conheça o Curso de Tecnologias Anti-Hackers.</description>
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		<title>Hacker Paul Holman mostra a tecnologia a favor do bem</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Nov 2010 09:53:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alberto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O hacker Paul Pablos Holman participou do último painel do 3º Congresso Internacional de Inovação, com o tema “A arte da inovação na perspectiva de um hacker”. O 3º Congresso Internacional de Inovação terminou no final da tarde desta quinta-feira. Holman compartilhou suas experiências, que mostram que assumir esse papel não significa necessariamente invadir sites, roubar senhas e trazer prejuízos – eles também podem agir para encontrar soluções para os problemas. “Os hackers têm a mente otimizada para as descobertas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="fb-like" style=""><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.invasao.com.br/2010/11/19/hacker-paul-holman-mostra-a-tecnologia-a-favor-do-bem/&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=600&amp;action=like&amp;font=&amp;colorscheme=light&amp;locale=pt_BR" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:600px; height:30px"></iframe></div><p><a href="http://www.invasao.com.br/wp-content/uploads/2010/11/3º-congresso-internacional-de-inovacao.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3694" title="3º congresso internacional de inovacao" src="http://www.invasao.com.br/wp-content/uploads/2010/11/3º-congresso-internacional-de-inovacao.jpg" alt="" width="480" height="290" /></a>O hacker Paul Pablos Holman participou do último painel do 3º Congresso Internacional de Inovação, com o tema “A arte da inovação na perspectiva de um hacker”. O 3º Congresso Internacional de Inovação terminou no final da tarde desta quinta-feira. Holman compartilhou suas experiências, que mostram que assumir esse papel não significa necessariamente invadir sites, roubar senhas e trazer prejuízos – eles também podem agir para encontrar soluções para os problemas.</p>
<p>“Os hackers têm a mente otimizada para as descobertas. Por isso, empresas os contratam &#8211; suas mentes conectadas querem descobrir o que é possível fazer de diferente”, afirmou Holman.</p>
<p>Em sua série de inventos para solucionar problemas da humanidade, desenvolvidos por meio do laboratório Intellectual Ventures, e apresentado durante o evento, está um projeto que utiliza raios laser para ajudar na erradicação da malária. O projeto foi idealizado a partir do estudo do comportamento dos mosquitos fêmeas transmissores da doença &#8211; que atinge 250 milhões de pessoas em todo o mundo.</p>
<p>Outra invenção apresentada é focada na redução do aquecimento global &#8211; uma espécie de mangueira que chega à estratosfera, composta por partículas que refletem 1% da luz solar – seguras por balões hélios.</p>
<p>_ O que é melhor, por meio de software podemos testar virtualmente antes de utilizar os experimentos no mundo real. Dessa forma temos maior êxito, com menor risco”, analisa o hacker.</p>
<p>Durante a palestra, Holman também mostrou como estamos vulneráveis em relação à segurança no mundo virtual. Com um simples leitor de RFID – comprado pelo e-Bay – é possível que um hacker tenha acesso às senhas de cartões de crédito.</p>
<p>_ A indústria de cartão de crédito tem um problema de gestão de risco. Eles sabem que é possível fazer esse hackeamento, mas o custo de desenvolver um sistema mais seguro é muito mais caro do que lidar com as fraudes _ revela Holman.</p>
<p>Fonte: <a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&amp;local=1&amp;section=Economia&amp;newsID=a3113517.xml" target="_blank">zerohora.clicrbs.com.br</a></p>
<div id="fb-like" style=""><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.invasao.com.br/2010/11/19/hacker-paul-holman-mostra-a-tecnologia-a-favor-do-bem/&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=600&amp;action=like&amp;font=&amp;colorscheme=light&amp;locale=pt_BR" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:600px; height:30px"></iframe></div>]]></content:encoded>
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		<title>Tecnologia pessoal invade o local de trabalho. E o setor de TI não vê</title>
		<link>http://www.invasao.com.br/2010/09/28/tecnologia-pessoal-invade-o-local-de-trabalho-e-o-setor-de-ti-nao-ve/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Sep 2010 14:09:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alberto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Comprados para uso pessoal, equipamentos eletrônicos como notebooks e smartphones são utilizados no trabalho por 92% dos empregados brasileiros que utilizam tecnologia no dia-a-dia &#8211; os chamados &#8220;iWorkers&#8221;. No entanto, seus empregadores subestimam seu uso, aponta a pesquisa &#8220;Consumerization of IT&#8221; realizada pela IDC com o patrocínio da Unisys. &#8220;Os empregadores parecem não ter uma compreensão precisa de quais e quantas tecnologias de consumo têm sido utilizadas por seus funcionários no local de trabalho&#8221;, conclui o estudo. &#8220;Apesar deste aparente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="fb-like" style=""><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.invasao.com.br/2010/09/28/tecnologia-pessoal-invade-o-local-de-trabalho-e-o-setor-de-ti-nao-ve/&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=600&amp;action=like&amp;font=&amp;colorscheme=light&amp;locale=pt_BR" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:600px; height:30px"></iframe></div><p><a href="http://www.invasao.com.br/wp-content/uploads/2010/09/notebook.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3162" title="notebook" src="http://www.invasao.com.br/wp-content/uploads/2010/09/notebook.jpg" alt="" width="480" height="290" /></a>Comprados para uso pessoal, equipamentos eletrônicos como notebooks e smartphones são utilizados no trabalho por 92% dos empregados brasileiros que utilizam tecnologia no dia-a-dia &#8211; os chamados &#8220;iWorkers&#8221;. No entanto, seus empregadores subestimam seu uso, aponta a pesquisa &#8220;Consumerization of IT&#8221; realizada pela IDC com o patrocínio da Unisys.</p>
<p>&#8220;Os empregadores parecem não ter uma compreensão precisa de quais e quantas tecnologias de consumo têm sido utilizadas por seus funcionários no local de trabalho&#8221;, conclui o estudo. &#8220;Apesar deste aparente distanciamento da realidade, 73% dos executivos de TI ouvidos pela pesquisa descreveram suas redes corporativas como muito seguras.&#8221;</p>
<p>Em alguns casos a discrepância é mais acentuada. Enquanto 55% dos trabalhadores brasileiros disseram utilizar seu próprio notebook no trabalho, os executivos entrevistados responderam que apenas 16% de seu pessoal teriam esse costume.</p>
<p>O descompasso também aparece nos smartphones: 30% dos funcionários disseram usar o aparelho em seu trabalho, mas para os executivos de TI esse porcentual é de 10%.</p>
<p>Redes sociais<br />
As redes sociais também têm sido bastante utilizadas no trabalho, mais do que estimam os executivos, informa o levantamento. No Brasil, 20% disseram utilizar o Twitter tanto de forma pessoal como no trabalho. Nos Estados Unidos e na Europa, esse porcentual é de 3%.</p>
<p>No caso do Facebook e do MySpace, o porcentual de brasileiros que afirmaram utilizar as redes no trabalho é de 15%. Na Europa, é de 6%.</p>
<p>Em âmbito global, 69% dos empregados entrevistados disseram poder acessar sites não relacionados ao trabalho. Contudo, o porcentual de empregadores que afirmaram permitir a prática foi de 44%.</p>
<p>Da mesma forma, 52% dos empregados disseram poder guardar dados e arquivos pessoais nos sistemas da empresa, mas apenas 37% dos empregadores admitiram essa possibilidade.</p>
<p>Pessoal e profissional<br />
A pesquisa da Unisys/IDC revela ainda que os brasileiros lideram o uso corporativo de algumas tecnologias pessoais. No Brasil, por exemplo, 63% dos trabalhadores disseram usar seu celular tanto para uso pessoal como para o trabalho. Nos Estados Unidos, esse porcentual é de 63% e na Europa, de 45%.</p>
<p>O relatório aconselha as empresas a se modernizarem para abraçar esta nova força de produtividade, por meio de soluções que permitam integrar as tecnologias de consumo às suas redes ao mesmo tempo que assegurem a proteção de seus dados críticos contra vírus, hackers, ladrões de identidade, entre outras medidas.</p>
<p>No Brasil, a pesquisa ouviu 301 trabalhadores, usuários de aparelhos como celulares e smartphones bem como de redes sociais, das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF), Porto Alegre (RS), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Salvador (BA) e Fortaleza (CE). No total, foram ouvidos 2.820 funcionários de dez países.</p>
<p>Do lado dos empregadores, foram ouvidos cem executivos de empresas com presença no Brasil. No mundo, foram entrevistados 650 líderes da área de TI em dez países.</p>
<p>Fonte: <a href="http://idgnow.uol.com.br/mercado/2010/09/27/tecnologia-pessoal-invade-o-local-de-trabalho-e-o-setor-de-ti-nao-ve/#rec:mcl" target="_blank">idgnow</a></p>
<div id="fb-like" style=""><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.invasao.com.br/2010/09/28/tecnologia-pessoal-invade-o-local-de-trabalho-e-o-setor-de-ti-nao-ve/&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=600&amp;action=like&amp;font=&amp;colorscheme=light&amp;locale=pt_BR" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:600px; height:30px"></iframe></div>]]></content:encoded>
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		<title>Microsoft entrega 20 mil linhas de códigos à comunidade Linux</title>
		<link>http://www.invasao.com.br/2009/07/21/microsoft-entrega-20-mil-linhas-de-codigos-a-comunidade-linux/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 14:47:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fuctura Tecnologia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Linhas incorporadas ao núcleo do sistema permitirão que qualquer distribuição Linux funcione em servidores com sistema Windows e Hyper-V. A Microsoft anunciou nesta segunda-feira (20/7), nos Estados Unidos, que vai tornar disponível 20 mil linhas de códigos de drivers (softwares que permitem ao sistema operacional usar as funcionalidades de determinado dispositivo, como uma câmera ou disco rígido externo) para a inclusão no núcleo (kernel) do Linux, sistema operacional de código aberto. Os drivers, uma vez adicionados ao Linux, vão permitir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="fb-like" style=""><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.invasao.com.br/2009/07/21/microsoft-entrega-20-mil-linhas-de-codigos-a-comunidade-linux/&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=600&amp;action=like&amp;font=&amp;colorscheme=light&amp;locale=pt_BR" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:600px; height:30px"></iframe></div><div id="HOTWordsTxt"><span style="font-weight: bold;">Linhas incorporadas ao núcleo do sistema permitirão que qualquer distribuição Linux funcione em servidores com sistema Windows e Hyper-V.</span></p>
<p>A Microsoft anunciou nesta segunda-feira (20/7), nos Estados Unidos, que vai tornar disponível 20 mil linhas de códigos de drivers (softwares que permitem ao sistema operacional usar as funcionalidades de determinado dispositivo, como uma câmera ou disco rígido externo) para a inclusão no núcleo (kernel) do Linux, sistema operacional de código aberto.</p>
<p>Os drivers, uma vez adicionados ao Linux, vão permitir que qualquer distribuição do sistema operacional aberto funcione de forma virtual em servidores com sistema Windows e Hyper-V, software para virtualização de servidores (hypervisor) da Microsoft. Os códigos serão oferecidos sob licença GPLv2 (general public license version 2, que permite a utilização livre do software, o acesso a seu código fonte e a obrigatoriedade de manter aberta qualquer versão feita a partir de um sistema com este tipo de licença).</p>
<p>Segundo a Microsoft, a iniciativa vai deixar o Windows mais aberto e ajudar a empresa a ter uma oferta consistente de ferramentas para gerenciamento e suporte de ambientes virtualizados. De acordo com o diretor para estratégias de plataformas da Microsoft, Sam Ramji, as comunidades Linux e Microsoft estão caminhando juntas. “É um <a style="border-bottom: 1px dotted; color: #f3840e; text-decoration: underline;" onclick="hwClick7124508532438(1718778364);return false;" onmouseover="hw7124508532438(event, this, '1718778364'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " href="http://forum.invasao.com.br/viewtopic.php?f=17&amp;t=8556059#">benefício</a> para nossos clientes”, afirma.</p>
<p>A comunidade Linux, diz o executivo, construiu uma plataforma usada por muitos  <a style="border-bottom: 1px dotted; color: #f3840e; text-decoration: underline;" onclick="hwClick21344748240438(1718778364);return false;" onmouseover="hw21344748240438(event, this, '1718778364'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " href="http://forum.invasao.com.br/viewtopic.php?f=17&amp;t=8556059#">clientes</a> da Microsoft. “Nossa estratégia é melhorar a interoperabilidade entre nossas plataformas e quantas tecnologias abertas nossos clientes desejam usar, o que inclui o Linux”.</p>
<p>Outro motivo para a abertura do código é a crise econômica mundial. Segundo Ramji, muitas  <a style="border-bottom: 1px dotted; color: #f3840e; text-decoration: underline;" onclick="hwClick4719748271438(1718778364);return false;" onmouseover="hw4719748271438(event, this, '1718778364'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " href="http://forum.invasao.com.br/viewtopic.php?f=17&amp;t=8556059#">empresas</a> estão procurando a Microsoft na tentativa de criar ambientes de tecnologia mais heterogêneos. “Nós entendemos que reduzir a complexidade é reduzir custos. A interoperabilidade ajuda no crescimento dos negócios”, afirma o executivo.</p>
<p>Fonte: <a href="http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2009/07/20/microsoft-entrega-20-mil-linhas-de-codigos-a-comunidade-linux/" target="_blank">idgnow.uol.com.br</a></div>
<div><a href="http://forum.invasao.com.br/viewtopic.php?f=17&amp;t=8556059"></a></div>
<div id="fb-like" style=""><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.invasao.com.br/2009/07/21/microsoft-entrega-20-mil-linhas-de-codigos-a-comunidade-linux/&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=600&amp;action=like&amp;font=&amp;colorscheme=light&amp;locale=pt_BR" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:600px; height:30px"></iframe></div>]]></content:encoded>
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		<title>Fabricantes prometem computadores pequenos e ultrafinos</title>
		<link>http://www.invasao.com.br/2009/04/04/fabricantes-prometem-computadores-pequenos-e-ultrafinos/</link>
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		<pubDate>Sat, 04 Apr 2009 22:42:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fuctura Tecnologia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ashlee Vance e Matt Richtel Prepare-se para a próxima etapa na revolução da computação pessoal: computadores ultrafinos e muito baratos. A AT&#38;T anunciou na última terça-feira que seus clientes em Atlanta poderiam adquirir uma espécie de computador pessoal compacto, conhecido como netbook, por apenas US$ 50, caso assinassem com a operadora de telefonia como provedora de internet &#8211; e essa oferta pode ser estendida a outros mercados depois do período de teste. Este ano, ao menos uma operadora de telefonia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="fb-like" style=""><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.invasao.com.br/2009/04/04/fabricantes-prometem-computadores-pequenos-e-ultrafinos/&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=600&amp;action=like&amp;font=&amp;colorscheme=light&amp;locale=pt_BR" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:600px; height:30px"></iframe></div><p><em>Ashlee Vance e Matt Richtel</em></p>
<p>Prepare-se para a próxima etapa na revolução da computação pessoal: computadores ultrafinos e muito baratos. A AT&amp;T anunciou na última terça-feira que seus clientes em Atlanta poderiam adquirir uma espécie de computador pessoal compacto, conhecido como netbook, por apenas US$ 50, caso assinassem com a operadora de telefonia como provedora de internet &#8211; e essa oferta pode ser estendida a outros mercados depois do período de teste.</p>
<p>Este ano, ao menos uma operadora de telefonia móvel nos Estados Unidos deve oferecer netbooks gratuitamente para quem assinar planos de dados, copiando programas semelhantes criados no Japão, de acordo com especialistas setoriais.</p>
<p>Mas essa revolução não envolve apenas uma queda de preços. Os computadores pessoais &#8211; e as empresas que produzem seus componentes essenciais &#8211; estão a ponto de passar pela virada mais séria do mercado desde que surgiu o laptop. Pelo final deste ano, os consumidores provavelmente estarão vendo laptops do tamanho de livros de bolso finos, capazes de operar o dia todo com uma única carga e equipados com telas de toque ou teclados deslizantes.</p>
<p>O setor estava em polvorosa esta semana com relação a esses aparelhos, em uma conferência de telecomunicações realizada em Las Vegas, e os consumidores verão as primeiras máquinas nas lojas provavelmente a partir de junho, oferecidas pelas pioneiras dos netbooks, Asustek e Acer.</p>
<p>&#8220;A era do computador perfeito para a internet a preço de US$ 99 começará este ano&#8221;, disse Jen-Hsun Huang, presidente-executivo da Nvidia, fabricante de placas gráficas para computadores pessoais que está tentando se adaptar à nova ordem tecnológica. &#8220;O computador primário que conhecemos hoje é o computador pessoal básico, e é necessário que seja reinventado&#8221;.</p>
<p>Um grupo inesperado de empresas surgiu para promover essa transformação. Companhias como Qualcomm, Freescale Semiconductor e Samsung Electronics, que fabricam os chips baratos e de baixo consumo de energia usados em celulares, e que agora estão aplicando esses conhecimentos aos computadores pessoais.</p>
<p>Como em qualquer revolução, os atuais senhores do reino &#8211; Intel e Microsoft, produtores dos chips e software que acionam a maioria dos computadores &#8211; enfrentarão um desafio sem precedentes ao seu domínio. A Microsoft está especialmente vulnerável, porque muitos dos novos netbooks utilizam software Linux e não Windows.</p>
<p>&#8220;Uma virada ampla no mercado de consumo rumo aos computadores de baixo preço certamente pressionaria a receita de quase todos os integrantes da cadeia de valor, dos fornecedores de componentes aos varejistas&#8221;, escreveu A. M. Sacconaghi, analista financeiro na Sanford C. Bernstein &amp; Co., em relatório publicado no mês passado. &#8220;No entanto, acreditamos que o impacto seria especialmente negativo para a Intel e a Microsoft, que hoje desfrutam de posições quase monopolistas em seus respectivos mercados&#8221;.</p>
<p>Até agora, os netbooks atraíram audiência relativamente pequena. Alguns deles parecem mais brinquedos ou celulares superdimensionados do que computadores com plenas capacidades. Mas representam a grande história de sucesso no setor de computação, com previsão de que as vendas devem dobrar este ano, enquanto as dos computadores em geral caem em 12%, de acordo com o grupo de pesquisa Gartner. Pelo final de 2009, os netbooks devem responder por cerca de 10% do mercado geral de computadores, uma alta espantosa em um período tão curto.</p>
<p>Os netbooks enfrentam problemas para executar software como videogames e programas de edição fotográfica. Atendem em lugar disso às pessoas que passam a maior parte de seu tempo envolvidas com serviços online e desejam um aparelho barato e leve que possam usar em qualquer lugar.</p>
<h2>Nova geração</h2>
<p>A maior parte dos netbooks hoje vendidos opera com um chip da Intel chamado Atom, uma versão de custo mais baixo e menor potência dos chips padrões da empresa para laptops. E cerca de 80% deles usam o Windows XP, versão mais antiga do principal software da Microsoft.</p>
<p>A mais nova geração de netbooks foi concebida com base em componentes usados em celulares.</p>
<p>Usando a arquitetura ARM, da ARM Holdings, no Reino Unido, os chips de celulares consomem muito menos energia que os chips Atom, e combinam muitas funções em uma mesma peça. Com custo de cerca de US$ 20, são muito mais baratos para os fabricantes de computadores do que um chip Atom e seus componentes associados.</p>
<p>Mas os chips ARM sofrem de uma séria deficiência: não podem operar as versões principais do Windows e os populares softwares que as acompanham. Por isso, os fabricantes de netbooks se voltaram ao Linux, um sistema de fonte aberta que custa US$ 3, e não os US$ 25 que a Microsoft usualmente cobra pelo Windows XP.</p>
<p>Também estão explorando a possibilidade de usar o sistema operacional Google Android, originalmente desenvolvido para celulares. (Empresas como a Acer, Dell e Hewlett-Packard já vendem alguns netbooks com Atom e Linux.)</p>
<p>Mas os fabricantes de chips para celulares argumentam que a combinação ARM-Linux basta para um computador cuja função seja operar com e-mail, Facebook, vídeos online e documentos acessíveis via web.</p>
<p>Huang, da Nvidia, diz que o setor de computadores está em um ponto de inflexão. &#8220;As perturbações virão de baixo e mudarão o mercado para sempre&#8221;.</p>
<p>Tradução: Paulo Migliacci ME<br />
The New York Times</p>
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