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Microsoft entrega 20 mil linhas de códigos à comunidade Linux

Linhas incorporadas ao núcleo do sistema permitirão que qualquer distribuição Linux funcione em servidores com sistema Windows e Hyper-V.

A Microsoft anunciou nesta segunda-feira (20/7), nos Estados Unidos, que vai tornar disponível 20 mil linhas de códigos de drivers (softwares que permitem ao sistema operacional usar as funcionalidades de determinado dispositivo, como uma câmera ou disco rígido externo) para a inclusão no núcleo (kernel) do Linux, sistema operacional de código aberto.

Os drivers, uma vez adicionados ao Linux, vão permitir que qualquer distribuição do sistema operacional aberto funcione de forma virtual em servidores com sistema Windows e Hyper-V, software para virtualização de servidores (hypervisor) da Microsoft. Os códigos serão oferecidos sob licença GPLv2 (general public license version 2, que permite a utilização livre do software, o acesso a seu código fonte e a obrigatoriedade de manter aberta qualquer versão feita a partir de um sistema com este tipo de licença).

Segundo a Microsoft, a iniciativa vai deixar o Windows mais aberto e ajudar a empresa a ter uma oferta consistente de ferramentas para gerenciamento e suporte de ambientes virtualizados. De acordo com o diretor para estratégias de plataformas da Microsoft, Sam Ramji, as comunidades Linux e Microsoft estão caminhando juntas. “É um benefício para nossos clientes”, afirma.

A comunidade Linux, diz o executivo, construiu uma plataforma usada por muitos clientes da Microsoft. “Nossa estratégia é melhorar a interoperabilidade entre nossas plataformas e quantas tecnologias abertas nossos clientes desejam usar, o que inclui o Linux”.

Outro motivo para a abertura do código é a crise econômica mundial. Segundo Ramji, muitas empresas estão procurando a Microsoft na tentativa de criar ambientes de tecnologia mais heterogêneos. “Nós entendemos que reduzir a complexidade é reduzir custos. A interoperabilidade ajuda no crescimento dos negócios”, afirma o executivo.

Fonte

Eplorando vulnerabilidade no Windows XP

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Oi pessoal, esta ai um vídeo muito bom sobre o Metasploit.

Informações:
No vídeo é demonstrado a exploração de uma vulnerabilidade no Windows.

Clique aqui para fazer o Download!
Créditos: Dreamexplo

Desfragmentação de disco: por que fazer e como ocorre?

Você provavelmente já deve ter visto vários sites ou ouvido muitos técnicos comentarem o quão importante é realizar uma desfragmentação periódica em seu PC. Contudo, ninguém nunca te explicou o porquê de fazer isso, a única frase que utilizam sempre é: faça a desfragmentação, porque ela deixa o computador mais rápido.

Entulhando o disco rígido

Para você ter uma ideia do porquê de fazer a desfragmentação, é necessário primeiramente entender como os arquivos são armazenados no disco rígido.Pois bem, vamos a uma explicação simples. O armazenamento de arquivos depende principalmente do sistema operacional, porém vamos abordar somente a maneira como o Windows trabalhar com os arquivos, porque ele é o sistema que mais necessita de desfragmentação.

Primeiramente confira o infográfico abaixo e então leia o texto explicativo.

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Na imagem acima, você pode conferir o exemplo de um HD que tem o sistema Windows recém-instalado, programas gerais, alguns jogos e softwares específicos de porte maior. Na figura abaixo você verá o que acontece quando você remove alguns dados que estejam no disco.

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Repare que as partes que estão preenchidas com um degradê de preto e branco são as áreas onde havia algum programa ou jogo. Agora que este conteúdo foi apagado (desinstalado), o disco rígido fica com buracos, não fisicamente, mas virtualmente são espaços onde não há nada instalado. Repare na figura a seguir, o que acontece quando instalamos algo novo no disco rígido.

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Veja que as áreas pintadas com uma mistura de tons de verde é o espaço ocupado pelo Jogo 4. Contudo, o Windows não conseguiu inseri-lo em um mesmo espaço, sendo que foi necessário separar os dados em partes. Uma parte do jogo está bem distante das outras duas, fator que irá complicar muito na hora em que você for abrir e utilizar o conteúdo deste jogo (mais adiante há uma explicação mais detalhada).

Além disso, o “Espaço Livre 2” é uma área onde havia conteúdo e agora não há mais, que futuramente estará com muitos outros dados. Confira na imagem abaixo, como seu HD pode ficar após um ano — ou até menos tempo — de uso, de tanto instalar (e desinstalar) jogos e programas e de salvar tantos dados no disco.

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Note o que o Windows se obriga a fazer quando você não para de instalar e desinstalar softwares. Ele reparte tudo, deixa cada parte dos programas e dos documentos espalhados pelo disco rígido, exatamente como se os programas estivessem em fragmentos. Isso começa a dificultar cada vez mais o acesso a qualquer arquivo dentro do HD, porque seu disco terá de ler um pedaço do arquivo na parte inicial do disco e outro no final.

O Windows quebra qualquer arquivo

Para não ter de ficar trabalhando constantemente, o Windows se aproveita de qualquer espaço vazio que você tenha em seu disco rígido. Suponhamos que você deletou alguns arquivos de música que totalizavam 30 MB. Logo após isso, você baixou o trailer de um filme que tem 50 MB de tamanho. O Windows não irá perder tempo organizando seus arquivos para colocar o trailer completinho em um mesmo lugar. Ele simplesmente deixa 30 MB do trailer onde estavam seus arquivos de música e coloca os outros 20 MB em outro setor qualquer.

Organizando a bagunça e juntando fragmentos

O Windows é um sistema que tem uma tendência bem maior a deixar os dados do disco rígido sempre bagunçados. Sabendo disso, a Microsoft incluiu no sistema um desfragmentador de disco e usá-lo é uma obrigação do usuário que não quer ter um sistema operacional veloz funcionando como uma “lesma”. Portanto, é altamente recomendado que a cada três meses (ou até em menos tempo que isso) você execute o desfragmentador. Veja no infográfico o que o desfragmentador faz com os dados do disco rígido.

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Repare que o desfragmentador do Windows agrupou os jogos num mesmo local, os documentos estão todos juntos, os softwares agora ficam em um mesmo setor do disco. Vale frisar que o desfragmentador obedece à ordem das pastas e não dos tipos de arquivos. O processo não se resume somente a organização dos arquivos, mas principalmente a união dos fragmentos dos arquivos, daí o nome “Desfragmentador”.

Por exemplo: ele verifica que você possui o jogo Gears of War instalado, contudo, durante a instalação não havia espaço suficiente em um mesmo setor, sendo que o instalador foi obrigado a separar os 10 GB (GigaBytes) do jogo em vários locais.

Sendo assim, o desfragmentador irá unir todas as DLLs, arquivos de som, vídeo e demais arquivos do Gears of War em um mesmo local, para que quando você for abrir o jogo, o Windows não tenha de buscar as DLLs necessárias em outro local.

Por que ao desfragmentar, os arquivos de mesmo tipo não ficam num mesmo lugar?

Pois bem, para explicar isso é bem fácil, pegue o mesmo exemplo utilizado acima. Caso o desfragmentador unisse todas as DLLs do seu disco em um mesmo setor, o sistema operacional teria um grande problema para rodar o jogo, porque ele teria de abrir o executável do arquivo num local do disco e procurar as DLLs junto com outras muitas DLLs do Windows (aquelas que ficam nas pastas System e System32). Isso seria um problema, porque além do Windows ter de ficar procurando arquivos no meio da bagunça, o disco rígido seria utilizado constantemente, podendo estragar em muito pouco tempo.

Fonte: Baixaki

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Aprenda como remover senha do Setup

Olá amigos,

Bom galera, vamos ver o que é o SETUP e para quê que serve :

O setup é um programa de configuração que todo micro tem e que está gravado dentro da memória ROM do micro (que, por sua vez, está localizada na placa-mãe). Normalmente para chamarmos esse programa pressionamos a tecla Del durante a contagem de memória.

Geralmente, acessamos mais o SETUP quando precisamos fazer a sequência de boot para instalar um sistema operacional. Não sei se já aconteceram com vocês ( mas já aconteceu comigo ) você liga o computador, na hora do boot você pressiona a tecla Delete ( ou Del ) para entra no Setup, mas se supreende ao ver que uma senha precisa ser digitada para acessá-lo . Bom, é agora que o tutorial começa :) .

Aqui vou mostrar métodos que vai te ajudar a solucionar o problema.

Método – 1.1 :

Na placa mãe do seu computador existe uma bateria redodinha que tem a função de manter as informações da Flash-ROM (EEPROM) armazenadas enquanto o computador está desligado ( em placas-mãe atuais sua principal função é manter o relógio interno funcionando), em fim, do lado dessa bateria tem um jumper encaixado em dois pinos, retire esse jumper dos pinos por uns 5 minutos.

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Método – 1.2 :

Retire o jumper dos pinos dois e tres para os pinos um e dois e ligue o micro. A placa mãe irá emtir um bip mas não vai iniciar. Depois disso desligue, retorne o jumper aos pinos originais e tente novamente.

Método – 1.3 :

Retire a bateria redondinha por uns 5 minutinhos, e depois coloque-a novamente.

ATENÇÃO :

LEMBRANDO QUE OS TRÊS PROCEDIMENTOS Á CIMA DEVEM SER FEITOS COM O COMPUTADOR DESLIGADO ( É ÓBVIO )


Método – 2.0 :

Esses dias eu fui formatar um computador, mas o SETUP estava com senha, aí como eu iria fazer a sequência de boot ? Eu tentei os três procedimentos á cima e mesmo assim não consegui remover a senha ¬¬

Depois de começar á ficar nervoso com o impecílio que tinha de enfrentar , eu pesquisei pesquisei e pesquisei na net sobre formas alternativas de remover a senha :P

Foi aí que encontrei um método que não precisou de “fuçar” na parte física do computador, mas sim, na parte lógica utilizando o comando DEBUG que pode ser acessado no Prompt de Comando.

Pesquisando sobre DEBUG eu encontrei no Wikipédia :

Debug é o processo de encontrar e reduzir bugs, num aplicativo de software ou mesmo em hardware. Erros de software incluem aqueles que previnem o programa de ser executado e aqueles que produzem um resultado inesperado.

No windows você encontra o DEBUG como software e pode ser acessado em linha de comando ( para saber uma pouco mais sobre o DEBUG do Windows visite esse site :

http://magnum.ime.uerj.br/~alexszt/curs … debug.html

)

Por ser um programa muito complexo aconcelho não ficar funçando muito nele não …

Bom, agora vamos para o tutorial :

Abra o Executar > Em seguida digite cmd

Depois de ter aberto o prompt de comando,
>digite debug
> em seguida :

o 70 17 ( e dê um Enter )

o 71 17 ( e dê um Enter )

q ( e dê um Enter para sair do DEBUG )

PRONTO ! A SENHA DO SETUP FOI REMOVIDA !

Gente, deculpe se escrevi demais as formas sobre as formas …

Espero que tenham gostado :)

Autor: Vitalino

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Entenda Um Pouco Sobre BUFER OVERFLOW

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Entenda Um Pouco Sobre BUFER OVERFLOW
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Buffer overflow

O que é um overflow

Para entender o que é um overflow, a tradução da palavra ajuda muito. Overflow significa inundação e, quando aplicada como termo da informática, significa um transbordamento que causa uma inundação.

Como os computadores trabalham apenas com bits, as menores unidades de informação, um overflow numa máquina deste tipo nada mais é do que um transbordamento de bits. Mas como acontece um transbordamento de bits?

Os computadores possuem chips especiais chamados de memória. Estes chips especiais recebem o nome de memória porque guardam informações… informações em forma de bits. Quando um programa está sendo executado, a sequência de instruções que deve ser seguida, a instrução que está sendo executada no momento, endereços, valores de constantes, valores de variáveis, etc, ficam armazenados na memória. Para que não haja bagunça, a memória é “loteada”, ou seja, são definidas áreas da memória para guardar cada coisa em seu lugar. Estas áreas, assim como em qualquer loteamento, possuem limites e são conhecidas como buffers.

Cada “terreno” da memória (ou buffer), por sua vez, é dividido em células ou posições de memória. Cada uma destas posições é identificada por um número, o chamado endereço de memória. Em cada células pode ser guardado apenas um bit. Quando é preciso guardar bits na memória, o que geralmente é feito em grupos de 8 (byte), 16 (word), 32 (double word) ou 64 (quadword), também é preciso indicar o endereço no qual os bits devem ser colocados. Quando, por exemplo, o valor de uma variável de 32 bits é enviada para um endereço no finzinho do buffer onde, digamos, há apenas 20 células disponíveis, os bits da variável dão uma de MST e 12 deles invadem o terreno de algum vizinho, ou seja, causam um overflow.

Resumindo: um overflow acontece sempre que alguns bits transbordam e invadem uma área que não lhes pertence
A sequência de execução de um programa

Existem programas muito simples que seguem apenas uma linha de execução. Isto significa que as instruções colocadas no buffer de instruções da memória são seguidas da primeira até a última sem qualquer possibilidade de desvio. Por exemplo, se cada instrução tiver 5 bits (é apenas um exemplo!) e as instruções estiverem armazenadas nos endereços 100 até 200, elas serão executadas sequencialmente, uma atrás da outra: 100, 105, 110… 200.

A maioria dos programas não segue o modelo que acabei de citar. Por exemplo, quando uma determinada tarefa deve ser repetida algumas vezes, costuma-se criar uma subrotina que é chamada toda vez que esta tarefa precisar ser executada. Isto significa que, em determinados pontos da linha principal de execução, ocorre um desvio para uma linha secundária. Para que o programa não “perca o fio da meada”, guarda-se o endereço da instrução que chamou a subrotina, a execução é desviada para o endereço desta subrotina e, quando o serviço estiver terminado, ela tem como retornar para o endereço da chamada. Para guardar estes endereços (imagine a linha principal chamando uma subrotina, que chama outra subrotina, que chama outra…) existe uma área especial da memória chamada pilha (stack).
Buffer overflow

Existem dois tipos de buffer overflow, o stack overflow e o heap overflow. O mais fácil de entender é o transbordamento de bits para a área reservada da pilha (stack overflow). Como já vimos, a pilha guarda, entre outras coisas, os endereços de retorno. Se, de repente, a linha de execução entrar por um atalho e, no meio do processamento, houver um stack overflow que injeta bits que atropelam o endereço de retorno, o programa fica sem pai nem mãe – volta para um ponto diferente do ponto de chamada ou então fica perdido de vez. Neste caso, geralmente a máquina trava ou dá algum tipo de mensagem de erro que os mortais comuns não sabem o que quer dizer.

O segundo tipo de buffer overflow é o heap overflow. A área da memória que é ocupada dinamicamente pelo programa é chamada de heap. Quando o programa começa a rodar, ele vai buscar informações no sistema operacional para saber onde há “terrenos” livres, ou seja, áreas de memória disponíveis. É nestas áreas que o programa vai colocar vários dados com as quais irá trabalhar. Este tipo de ocupação é chamado de dinâmico porque é o aplicativo que faz a solicitação e porque, cada vez que o programa é executado, esta área pode ser diferente. Bem, em todo caso, o heap overflow ocorre quando bits invadem a área reservada para o heap.
Explorando os overflows

Além do transtorno que os overflows podem causar, a coisa pode ficar bem mais séria se eles forem usados para injetar código estranho num programa. Estes são os chamados exploits. Novamente, o exemplo mais simples é o exploit de um stack overflow. Os crackers, com frequência, costumam aproveitar este tipo de vulnerabilidade. Como?

Digamos que um aplicativo peça ao usuário que digite um valor. O cracker, sabendo que a checagem do tamanho deste valor não é feita (ou que é mal feita), insere um valor que é bem maior, ou seja, que possui muito mais bits. Como o valor não “cabe” na área que foi designada para esta variável, os bits excedentes invadem a pilha e destroem o endereço de retorno. Até aí, nada de excepcional – o programa vai ficar perdido ou travar. Mas, e se, ao invés de digitar um valor qualquer, os bits excedentes deste valor sejam exatamente os bits que compõem um endereço onde esteja localizado um chamado código malicioso?

Código malicioso é uma sequência de instruções que realizam a tarefa que o cracker quer. O aplicativo, quando encontra o endereço de retorno falso, segue cegamente a ordem, vai para o endereço indicado e executa todas as instruções que encontra pela frente. Se o safado que colocou o código malicioso é dos “bons”, ele coloca no fim do código malicioso uma instrução para que o fluxo de execução retorne para o endereço de retorno correto. Moral da história: a máquina ou o aplicativo não travam e, na maioria das vezes, até se descobrir que houve um desvio forçado (com roubo de informações e outras gracinhas), pode ser tarde demais.

FONTE: http://www.numaboa.com

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